Categoria Noticias

Viajando pelo fantástico mundo da leitura

Não importa o que seja: histórias em quadrinhos, livros físicos ou digitais, revistas, jornais ou bulas de remédio, a leitura é o meio mais democrático e acessível à informação.

Há fatos ou histórias que desligam o mundo real, que criam mundos fantasiosos e quebram as barreiras da imaginação. É como criar um universo dentro da sua mente, é viajar sem sair do lugar.

Ler é muito mais do que conhecer novas histórias. O hábito da leitura pode elevar habilidades intelectuais que melhoram e muito a convivência social trazendo benefícios para o leitor:

Evolução do pensamento sistêmico;

Desenvoltura na oratória e expressão;

Senso crítico mais apurado;

Conhecimento de novas palavras e termos, tornando o vocabulário amplo e rico;

Escrita mais coerente;

Maior qualidade nas relações interpessoais;

Estímulo à abertura de novas opiniões e pontos de vista;

Maior capacidade de persuasão;

Expansão do repertório cultural;

Autodesenvolvimento contínuo.

Mesmo trazendo tantos benefícios, o brasileiro mal lê. Segundo pesquisa IBOPE realizada em 2015, a população brasileira lê menos de cinco livros anualmente; estudantes leem um pouco mais, cerca de nove livros anualmente.

Existem condições ideais para ter uma boa leitura: escolha um tema agradável, tenha um horário reservado para ler aquele livro, aproveite os momentos de ócio, tenha metas de leitura, faça anotações, participe de um clube, estimule-se. Ler é a forma mais barata de viajar para o outro lado do mundo.

 

Fonte: Portal IBC (https://goo.gl/NJLyPR)

Imagem: http://mediad.publicbroadcasting.net

A comunicação como ponte para os objetivos

Segundo dados da Instituição Paulo Montenegro, somente 8% dos brasileiros entre 15 e 64 anos conseguem se comunicar de forma que são entendidos.

Esse número é alarmante, porque é difícil imaginar que a imensa maioria das pessoas não consegue se comunicar de forma plena e passar uma mensagem de maneira correta e entendível.

Não conseguir se comunicar não faz da pessoa um burro, até porque não é difícil ir a uma praça e encontrar uma pessoa com baixa escolaridade que consegue se comunicar de forma mais límpida do que muitos PHDs por aí.

Mas os problemas comunicacionais geralmente vêm da infância, de eventos que passaram durante toda a vida e que moldaram a pessoa da forma que ela é hoje. Crianças reprimidas tendem a achar que é errado falar em público, por exemplo.

Comunicar-se bem é fundamental para manter bons relacionamentos, progredir no trabalho, alcançar objetivos. É imprescindível organizar bem as ideias, ser claro. Escute mais do que fala e seja agradável, essas são as chaves para se comunicar bem e de forma efetiva.

 

Fonte: Ápice Desenvolve (https://goo.gl/sgF8Ze)

Imagem: http://www.murat-kaplan.com

Comunicação interna e a necessidade dentro de uma organização

Uma empresa não necessita só de marketing externo, aquele executado para atrair clientes. Tão importante quanto conversar com o público que compra, é conversar com o público que vende. O Endomarketing é a comunicação mais elaborada voltada para o público interno, os colaboradores da empresa, os PRIMEIROS clientes do seu negócio.

Se os integrantes da equipe estão felizes no ambiente em que trabalham e conhecem a qualidade do produto/serviço vendido, irão fazer propaganda da sua empresa nos locais que frequentam, naquela roda de amigos do bar, entre outros contextos onde estão inseridos.

A comunicação é fundamental para que a organização promova um ambiente saudável, fazendo com que a integração entre colaborares aumente e, com isso, a produtividade.

Falhas na comunicação interna, que também pode ser conhecida como “Rádio Peão”, geram prejuízos quanto ao entendimento de informações, o que provoca desalinhamentos de pessoal e atrasos nos prazos e projetos.

Durante o processo comunicacional é preciso estar atento à comunicação interna, mercadológica e institucional. Essas são as três engrenagens que promovem o desenvolvimento da empresa.

Ao enxergar o cenário como um todo, a empresa deve trabalhar a sua comunicação interna de modo que seus colaboradores se identifiquem com o local em que trabalham, que tenham orgulho de trabalhar ali.

 

Fonte: Endomarketing.tv (https://goo.gl/gjH6QQ)

Imagem: https://localodonto.com.br

Singular Comunicação fala sobre Endomarketing para empresários de Araguaína

Cárita Bezerra e Ricardo Sottero lembraram que as vendas começam dentro da empresa e os colaboradores devem ser valorizados com a Comunicação

A palestra sobre Endomarketing, “As vendas começam dentro da empresa”, reuniu empresários ávidos por conhecimento na noite da última quarta-feira, 14, no auditório da Associação Comercial e Industrial de Araguaína – ACIARA. A reunião foi promovida pela ACIARA Jovem.

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Após falar para os presentes sobre o papel da Aciara Jovem e os projetos que a entidade já desempenhou, o presidente, Jefferson Silva, lembrou que o propósito das reuniões com empresários é o de trazer conteúdos úteis para os associados e não associados.

“Reunimos um público bem interessante e ficamos felizes com o resultado da palestra. Tenho certeza de que os empreendedores também ficaram satisfeitos com a pauta de hoje”, enfatizou Jefferson.

“E então? Você ‘vende’ a empresa para o seu colaborador?”

Os palestrantes e jornalistas, Cárita Bezerra e Ricardo Sottero, conversaram com os empresários sobre a importância que o Endomarketing, o marketing interno, tem para o ambiente da empresa, afinal de contas, os colaboradores são os primeiros clientes.

“Quem conhece mais o seu público senão quem está lidando diretamente com ele? Isso é Endomarketing, uma demonstração de respeito da empresa para com o colaborador”, explicou Cárita.

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O Endomarketing não deve ser visto como estratégia de marketing interno usada somente por empresas grandes. “Se a empresa tem um, dois ou três colaboradores, tem que haver comunicação interna, a equipe tem que ser coesa, sincronizada. É constrangedor ter um grupo menor de cinco colaboradores desorganizados enquanto tem empresas com 800 e o pessoal está na mesma sinergia”, pontuou Ricardo.

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Conhecimento adquirido é conhecimento aplicado

Pedro Henrique é proprietário da Açaiteria em Araguaína e entendeu a mensagem dos palestrantes.

“Às vezes a gente se esforça muito vendendo o nosso produto para o público externo e não tem o mesmo empenho vendendo para o nosso público interno”. O empresário completou: “Vamos utilizar o Endomarketing dentro da empresa e acredito que os resultados serão fantásticos”.

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Bate papo sobre emagrecimento saudável com Nayana Brandão pretende arrecadar doações para o Cantinho do Vovô

A iniciativa da médica Nayana Brandão com a parceria de uma farmácia de manipulação e um restaurante de comidas naturais, pretende arrecadar produtos de higiene pessoal, leite em pó e fraldas descartáveis para o Cantinho do Vovô em Araguaína. O evento acontece na noite da próxima terça-feira, 12/12, e tem lotação máxima de 100 pessoas. Os interessados devem trocar os itens acima por um ingresso nas seguintes localidades: Farmácia Artesanal, Espaço Emagrecer e Horta Natural Food.

Serviço

Data: 12/12/17
Horário: 19:30H
Local: Horta Natural Food
Cidade: Araguaína -TO

 

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Escreve que eu (não) te leio

Sinceramente, eu estou cansado. E confuso. A famosa “modernidade 2.0” dos recursos digitais, vida corrida, interações virtuais, relações dinâmicas estabeleceu um mantra no jornalismo: escreva pouco, porque as pessoas não têm mais tempo para ler. Tempo. Tempo. Tempo? Tem certeza? E se trocarmos “tempo” por “interesse”? Um dia, em um tempo passado, não muito distante, a responsabilidade de quem não lia muito era justamente dessa pessoa que lia pouco. Hoje, a culpa é de quem escreve. Simples. Estamos nivelando por baixo. E está todo mundo achando isso bom.

Vivemos em um país com um analfabetismo funcional gigantesco. Saber ler e escrever já não é mais um problema. A situação agora é interpretar, conhecer novas palavras. Mas como, se as leituras são absurdamente superficiais, hoje?

Nós, comunicadores, que escrevemos os mais variados assuntos para informar/entreter/noticiar/orientar/recomendar/educar o público, estamos castrados. A gente não pode mais escrever muito, porque não seremos lidos. E há um coro uníssono de que isto está certo.

Ou eu sou muito inteligente, ou muito burro, porque está claro, límpido e transparente que esta cultura da “leitura rápida”, “texto curto”, “somente o necessário” está contribuindo vertiginosamente para um círculo vicioso: escreve-se pouco – lê-se pouco – conhece-se pouco – não se desenvolve a capacidade de interpretação – aumentam as dificuldades de entendimento – perde-se o interesse pela leitura – é preciso escrever pouco para captar leitores. É um ciclo fétido, grotesco, absurdo e sem fim.

Eu tenho vontade de dar um tiro no cú (desculpe o ápice da minha revolta) quando o cidadão vem pedir para eu escrever pouco porque ninguém lê. Claro, animal! Sua anta de patins! As pessoas leem pouco porque tem uma galera aí acostumando elas mal. Dando comidinha mastigada na boca. Privando as pessoas de desenvolverem um senso crítico mais aguçado. Ou você acha que é possível explicar toda esta carniça política brasileira em um texto de 1000 caracteres?

Ah, pelo amor de Jeová, esta situação já está chata! Se você quer uma pessoa interessada, comprometida, participativa, dê a ela a oportunidade de ler, ler muito, ler com frequência. Dê a ela o acesso a novas ideias, novas divagações, novos vocábulos, novos argumentos, novos raciocínios.

Continue alimentando-a com comida enlatada e semi-pronta e terás um robozinho, seguidor de ordem, aquele que nada questiona, só recebe e cumpre ordens. E não será isso mesmo que muitos querem?

 

O menino do Marketing

Olá, meu nome é Ricardo e eu sou o menino do Marketing. Olhe para mim com os mesmo olhos que olham o profissional de Tecnologia da Informação, que carinhosamente é chamado de Menino do Computador. Vamos fazer uma ressalva importante para os malas de plantão? Não, eu não vou criticar ou me zangar com ninguém neste texto. Muito menos tenho a pretensão de dar uma aula de Comunicação e Publicidade. Vou apenas informar, tudo bem, amiguinho?

Muito bem, eu não me zango de me chamarem de menino do Marketing. Só acho injusto. Não comigo, mas com quem tem formação e atuação em Marketing. Sou jornalista por formação (mais especificamente Bacharel em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo). E nem gosto de me auto-intitular jornalista. Só para preenchimento de cadastros, mesmo. No dia a dia, sou um simples profissional da Comunicação.

O que acontece é que meu foco de atuação é no segmento institucional. Ou seja, tudo o que uma empresa, organização, instituição, ou seja lá o que for, produz de atividades, dinâmicas internas, rotinas, eu transformo em informação e alimento canais de comunicação. Crio estratégias, ferramentas, formas de aprimorar a comunicação em todos os níveis dentro de uma empresa.

Claro, não sejamos ingênuos: quando uma empresa investe em comunicação, seja a nível interno ou externo, há um propósito claro, que é a melhora do ambiente de trabalho, da produtividade, do relacionamento entre colaboradores, na lida com o cliente. E isso fatalmente gera lucro, ganhos, não é verdade? Mas isso não é pecado, tá bom?

Olhando por este lado, sim, tudo bem, eu até posso “ser considerado” um menino do Marketing, levando em conta a definição clássica de “estratégia empresarial de otimização de lucros por meio da adequação da produção e oferta de mercadorias ou serviços às necessidades e preferências dos consumidores, recorrendo a pesquisas de mercado, design, campanhas publicitárias, atendimentos pós-venda”.

 Mas eu não me sinto à vontade em me aventurar por esse universo complexo do Marketing. Na realidade, me sinto até mal quando me chamam assim, porque sei que há uma formação específica para a área e há muitos colegas no mercado procurando seu espaço ao sol. Sei lá, é uma questão de respeitar o segmento do outro, o conhecimento, as ferramentas de trabalho.

Eu não me ofendo, é bom deixar bem claro novamente. Mas é importante para nós, da comunicação institucional, deixar claro aos potenciais contratantes que nosso trabalho, na verdade, é complementar ao Marketing. Somamos esforços, ideias e criações para o bem da empresa. Portanto, sem ressentimentos, podem me chamar de Menino da Comunicação, acho mais bacana.