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Outubro Rosa: INCA estima mais de 66 mil novos casos de câncer de mama entre 2020 e 2022 no Brasil

No Tocantins, a projeção para este ano é de 290 novas mulheres com a doença

O movimento é mundial e data da década de 90, mas, no Brasil, as primeiras ações começaram em 2002. O Outubro Rosa é uma das principais campanhas em prol da saúde humana durante todo o ano, ainda mais porque conta com enorme adesão da sociedade, empresas, organizações e poderes públicos.

Mas há um bônus nisso: é uma campanha praticamente exclusiva para as mulheres e todos nós sabemos que o público feminino é o que mais cuida de si (e de todos os outros também).

Vamos aos dados

Contudo, informação e conscientização nunca é demais, ainda mais porque sempre há a necessidade de aumentar a adesão às consultas e exames preventivos. E os dados mostram isso: entre os anos de 2014 e 2018, o câncer de mama ocupou o primeiro lugar em óbitos de câncer entre as mulheres com uma taxa de 16,5%, segundo dados do Instituto Nacional do Câncer – INCA.

Um pouco mais de números:

1. Salvos os casos de câncer de pele não melanoma, o de mama é mais incidente no público feminino no Brasil em todas as regiões do país (INCA)

2. Para o triênio 2020/2022, a estimativa nacional é de 66.280 novos casos (INCA)

3. Ainda de acordo com o INCA, também em 2020, o Tocantins deve registrar cerca de 290 casos de câncer de mama – pelo menos 30 deles na capital Palmas.

Foco no interior

Em Araguaína, a unidade de oncologia do Hospital Regional de Araguaína, gerida pela Oncoradium – consultas, quimioterapia e radioterapia, é responsável por atender as pacientes da região meio-norte do Estado.

De janeiro até agosto deste ano, o serviço realizou mais de 2.500 atendimentos – consultas, quimioterapias e outros tratamentos – somente para casos de câncer de mama. O número abrange novos casos e casos contínuos, quando um paciente recebe mais de um atendimento durante o tratamento.

Ariana Luz, médica oncologista da Oncoradium, centro especializado em tratamento contra o câncer e responsável pelos atendimentos ambulatoriais, quimioterapia e radioterapia do Hospital Regional de Araguaína, reforça a necessidade do comportamento preventivo das mulheres com relação à mamografia.

“O ideal é começar aos 40 anos, mas se houver histórico na família, recomenda-se a partir dos 35, com exames anuais. Mas a visita periódica  à médica ou médico de confiança é fundamental. Se for descoberto logo no começo, as chances de cura do câncer de mama chegam a 95%”, afirma a médica.

Liderança Tóxica: como ela pode impactar a produção da equipe

Líderes que não dedicam tempo para ouvir seus colaboradores deixam de receber informações fundamentais

A atuação da liderança é fundamental em qualquer empresa e, por isso, é tão importante que os líderes vivenciem a cultura e sejam um modelo positivo de comportamento para as outras pessoas. Quando isso não acontece, o resultado pode ser tóxico ou destrutivo, criando um impacto de longo prazo que a empresa pode demorar anos para reverter.

Como identificar? 

A jornalista Cárita Bezerra, especialista em comunicação para empresas, explica que uma liderança tóxica não tem um perfil, mas emite algumas características que podem ser observadas.  

“Quando a equipe é desmotivada, ou extremamente introspectiva, ou quando ela não participa, é ausente das ações da empresa, provavelmente ela está sendo vítima de alguma toxicidade por parte do líder. Uma liderança que não motiva provoca uma grave baixa na autoestima dos colaboradores”, esclarece. 

Segundo o Instituto Panamericano de Alta Direção de Empresas – IPADAE, foi constatado que entre 5% e 10% dos colaboradores de uma empresa dedicam-se por longas horas a reclamar de tudo o que acontece dentro do ambiente de trabalho quando se tem uma liderança tóxica. 

Conheça o comportamento do seus liderados 

Líderes que não dedicam tempo para ouvir seus colaboradores deixarão de receber informações fundamentais que podem impactar nos resultados da empresa.

“É muito importante que o líder tenha uma autocrítica, que ele tenha autoconhecimento e se observe. É importante observar se os colaboradores não participam dos seus projetos, ou se fora do ambiente de departamento eles não fazem questão de interagir com o líder. Fique atento se o liderado se sente à vontade com a sua presença ou apresenta algum medo ou nervosismo quando é chamado para uma conversa. São indícios que merecem autocrítica”, diz Cárita Bezerra. 

Colocando em prática 

Líderes tóxicos geralmente adotam posturas autocráticas e não têm muita abertura ao diálogo com a equipe. Impõem o que deve ser feito e não se preocupam muito com os impactos de suas decisões nas pessoas. A jornalista, especialista em comunicação para empresas, afirma que a mudança é feita no dia a dia. 

“Após fazer essa avaliação do envolvimento do departamento com o líder, o próximo passo é começar observar suas ações com os liderados. Ouvir os seus colaboradores, escutar as observações e sugestões, passar feedbacks, valorizar as ideias apresentadas por eles, se preocupar com a equipe, motivar o grupo e pensar na saúde mental de cada um são passos importantes para desfazer toxicidades construídas nesse ambiente institucional”, conclui a jornalista. 

Não quero um líder tóxico 

Se a empresa possui um grande número de funcionários e dificulta a elaboração de entrevistas de emprego personalizadas, uma excelente estratégia é a realização de uma pesquisa online na qual seja aplicado diferentes tipos de testes de personalidade, ou qualquer outro instrumento que lhe permita medir as habilidades emocionais dos possíveis candidatos a líder.

Outubro Rosa: Conscientizar para prevenir

Alimentação saudável e a prática regular de exercícios físicos podem reduzir os riscos de desenvolvimento do câncer de mama; diagnóstico precoce aumenta as chances de cura

Segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA), o Brasil registrou mais de 59 mil casos de câncer de mama em 2019, o que representa 29,5% dos cânceres em mulheres. Buscando reduzir esses números, o Outubro Rosa é o mês de conscientização sobre a importância da prevenção do câncer de mama, além de ser conhecido por propor ações relacionadas ao diagnóstico precoce da doença.

De acordo com a mastologista Dra. Evelling Lorena Cerqueira, apenas 10% dos casos estão relacionados à hereditariedade. Cerca de 90% dos casos são esporádicos, ou seja, não-hereditários, mas há formas de reduzir o risco de desenvolver a doença.

“Mudanças nos hábitos de vida com ingestão de alimentos saudáveis, com pouca gordura e álcool, associados a prática de atividade física regular, são formas de reduzir o risco de desenvolvimento do câncer de mama. Por isso, é muito importante esse autocuidado com a saúde em geral”, ressalta Evelling Lorena.

Fique atenta

Qualquer alteração na mama deve ser avaliada por um mastologista.

“A paciente deve ficar atenta em alguns sinais como: secreção mamária sanguínea ou transparente; alteração da coloração ou textura da pele (pele em casca de laranja); prurido e feridas no mamilo; retração mamilar; mudança do formato ou nodulação na mama. Observar é muito importante para nos ajudar em um diagnóstico precoce”, afirma a médica.

Diagnóstico

O diagnóstico precoce do câncer de mama é feito a partir da mamografia. Entretanto, outros exames de imagem podem ser utilizados de forma complementar, como conta a mastologista Evelling Lorena.

“Nós podemos fazer a Ultrassonografia e a Ressonância magnética, esse rastreamento deve ser feito anualmente após os 40 anos. Já em mulheres com antecedente familiar de câncer de mama, o rastreamento deve ser iniciado mais cedo”, pontua.

Tratamento

O tratamento do câncer de mama é multidisciplinar, com vários profissionais envolvidos: médicos, fisioterapeutas, nutricionistas, psicólogos entre outros. Além do tratamento cirúrgico, a quimioterapia e radioterapia podem fazer parte, a depender de cada caso.

“Precisamos desmistificar o câncer de mama. As cirurgias estão cada vez menos agressivas e as chances de cura muito altas, mas isso depende muito de um diagnóstico precoce. Esse diagnóstico precoce depende de um rastreamento efetivo e de tudo que destacamos nesse material. Quem procura acha, e quem acha cuida. Quanto antes, melhor”, finaliza a mastologista Evelling Lorena.

É hora de prevenir o 3º câncer mais comum entre as mulheres brasileiras

Estamos falando do exame Papanicolau: simples, rápido e eficiente

Vamos começar trazendo alguns dados sobre o câncer de colo de útero, o terceiro mais incidente entre as brasileiras:

– Segundo o Instituto Nacional do Câncer – INCA, em 2020, a previsão é que surjam 16.590 casos da doença entre as mulheres;

– Em 2018, ainda segundo o INCA, 6.526 brasileiras morreram por causa desse câncer;

– Para o Maranhão, em 2020, (dados no INCA), a previsão é de 890 casos.

Apesar dos números preocupantes, uma informação traz esperança: o câncer de colo de útero pode ser diagnosticado precocemente, o que aumenta, e muito, as chances de cura.

E como? Por meio do Exame de Papanicolau.

O que é este exame?

É a coleta das células da parede da vagina para análise de laboratório. O objetivo é encontrar lesões ou alguma alteração que denuncie a presença do HPV, vírus responsável por quase todos os casos de câncer de colo de útero.

Só serve para isso?

Não. No papanicolau também podemos identificar outros acometimentos vaginais, como candidíase e vaginoses bacterianas.

Com a palavra, a especialista

De acordo com a ginecologista da Oncoradium Imperatriz, Dra. Fabiana Santos Barreto, o resultado do Papanicolau não é um atestado de que a mulher está com câncer.

“Muito pelo contrário. Uma vez que identificamos qualquer alteração, podemos fazer o diagnóstico das doenças por meio da biópsia e iniciar o tratamento o mais precoce possível. Feito isso, as chances de cura são enormes”, afirma a médica.

Se o quadro do câncer for inicial, as chances de cura podem atingir 90%.

E quando começar?

Recomenda-se a partir dos 25 anos e já com vida sexual ativa. Conforme orientação do Ministério da Saúde, os dois primeiros exames devem ser feitos anualmente. Se não houver alterações, a frequência passa a ser de três em três anos.

“Nós também orientamos que as mulheres continuem fazendo as coletas até os 64 anos, na média. Mas é comum mulheres com essa idade nunca terem feito o exame, aí precisamos conversar e organizar a coleta em um intervalo menor”, acrescenta Dra. Fabiana.

Imagem: Internet (https://www.boaconsulta.com/)

Serviço de TeleCovid de Araguaína é aprovado por 97,5% dos usuários

Ativo desde o fim de março, o teleatendimento já realizou mais de 3 mil consultas

Quando começou a sentir os primeiros sintomas parecidos com os da covid-19, a auxiliar administrativa Érica de Araújo Rocha foi informada que o serviço de TeleCOVID do Instituto Saúde e Cidadania – ISAC, que funciona em Araguaína, poderia ajudá-la e logo procurou o atendimento.

“O primeiro contato foi por whatsapp. Fui muito bem atendida e direcionada para uma consulta por vídeo-conferência com a Dra. Jullyanna Alves, que me deu todas as orientações de isolamento e requisitou o meu teste. Felizmente, deu negativo”, conta Érica.

Resposta rápida

Desde o início da pandemia, a principal preocupação do ISAC em Araguaína (TO) foi garantir para os cidadãos um atendimento médico rápido e, acima de tudo, eficiente, que evitasse deslocamentos desnecessários e exposição social.

A partir desta necessidade e em parceria com a Prefeitura de Araguaína, foi implantado, ainda em março deste ano, o TeleCOVID, um serviço de atendimento em saúde por telefone (Telemedicina) com consulta e orientação para os casos suspeitos e confirmados da COVID-19, causada pelo coronavírus.

Desde o início das operações, no dia 24 de março, até o final de agosto, o TeleCOVID já contabiliza:

– 19.915 solicitações de atendimento

– 8.101 usuários atendidos

– 255.980 mensagens trocadas

– 3.074 consultas (média de 21 por dia)

– 1.928 notificações de casos suspeitos de COVID-19

Agosto foi o mês com maior número de consultas, 793 no total.

Além da telemedicina, a equipe do TeleCovid monitora os pacientes com diagnóstico positivo para doença e, assim, acompanham como está sendo a evolução do tratamento.

Aprovação

De acordo com a pesquisa de qualidade feita ao final de cada atendimento, 72% dos usuários classificaram o serviço como “Muito Bom” e 22,5% consideraram como Bom, gerando um índice de satisfação de 97,5% (a escala engloba Muito, Bom, Bom, Regular, Ruim e Muito Ruim).

De forma geral, a maior parte dos pacientes atendidos estão na faixa dos 21 aos 40 anos e com predominância de mulheres, 65% do total.

“A lida com a população no dia a dia sempre nos mostra onde podemos melhorar e investir mais, mas estamos muito satisfeitos com a devolutiva dos usuários, que aprovaram o TeleCOVID na sua grande maioria. É um importante sinal de que estamos no caminho certo e que vamos fazer mais ainda pelo cidadão”, conta Vinícius Menezes, gestor de Assistência e Qualidade do ISAC.

Mobilização de pessoas e estrutura

A central do TeleCOVID conta com prédio próprio e um quadro de servidores composto por cinco médicos, três enfermeiras, uma técnica de enfermagem, quatro operadoras e um analista de Tecnologia da Informação.

“Unimos força com o poder público para viabilizar o serviço o quanto antes. Aproveitamos uma estrutura de Telemedicina que já usávamos para o Hospital Municipal e fizemos as devidas adaptações e investimentos. A resposta rápida à população sempre foi o foco do nosso trabalho”, informa Vinícius.

TeleCOVID

A iniciativa do ISAC e da Prefeitura tem como objetivo conter o avanço da doença na cidade, oferecendo atendimento e suporte em saúde em domicílio. O foco é orientar a população e acompanhar os casos suspeitos e ativos, evitando que essas pessoas se desloquem até as unidades de saúde.

O serviço de TeleCovid está disponível nos sete dias da semana, sempre das 7 às 19 horas. Para ter acesso, basta enviar uma mensagem pelo WhatsApp para o número (63) 99105-3625. É necessário informar alguns dados pessoais: nome completo, CPF, número do cadastro no SUS – Sistema Único de Saúde e um e-mail válido. Após isso, é enviado um e-mail com o horário e link para atendimento.

ISAC

Em Araguaína, o ISAC é gestor da Unidade de Pronto Atendimento Anatólio Dias Carneiro (UPA Araguaína Sul), Hospital Municipal de Araguaína (HMA), Ambulatório Municipal de Especialidades (AME) e Hospital Municipal de Campanha (HMC). No Tocantins, é o responsável pela gestão compartilhada do Hospital Estadual de Combate à Covid-19  com o Governo do Tocantins.

Setembro Amarelo: é hora de falar sobre saúde mental nas empresas

O ambiente de trabalho pode ser um importante desencadeador de estresse e doenças de ordem psicológicas; rever os processos e modo de funcionamento para um espaço colaborativo e de acolhimento, é um passo fundamental. 

O suicídio, na grande maioria das vezes, é desencadeado por fatores emocionais e psicológicos. No mês de Setembro, essa temática ganha os holofotes para lembrar que a prevenção passa obrigatoriamente pela preocupação com as condições de bem estar dos indivíduos. 

A Jornalista e especialista em comunicação de empresas reforça o papel do ambiente de trabalho nesse contexto. “O trabalho é um espaço de significação e, muitas vezes, de identidade do indivíduo. Portanto, deve ser um ambiente de prazer e com práticas condizentes com a saúde mental de todos os que estão ali, começando pela humanização das estruturas e relações sociais”. 

De acordo com a Organização Mundial da Saúde, a estimativa é de que, em todo o mundo, 264 milhões de pessoas sofram de depressão, sendo que um dos fatores apontados como decisivos para o comprometimento da saúde mental no trabalho, são as políticas inadequadas de saúde e segurança.

Setembro Amarelo nas empresas

Esse é um tema que deve ser abordado no âmbito do trabalho com uma comunicação mais aberta e dialógica. “Muitos tabus envolvem o assunto sobre saúde mental e as empresas têm, cada vez mais, entendido seu papel nesse contexto. O ideal é iniciar essa temática observando as práticas de relacionamento que se dão nesses espaços”, ressalta Cárita. 

Para ela as muitas corporações ainda tem padrões tóxicos de lideranças, pouca inserção dos indivíduos nos espaços de decisões, hierarquias muito rígidas com foco em produção exaustiva e de subordinação e outras situações que não colaboram para um espaço de trabalho com foco no bem estar. 

“Isso acontece porque as rotinas das empresas são uma reprodução cultural do modo de funcionamento da sociedade que ainda acredita em subordinação, em chefias com comunicação violenta, em faça mais por menos que, nos final das contas, vai minando a autoestima das pessoas envolvidas nos processos produtivos”, considera a comunicadora.

É hora de mudar

Segundo Cárita, falar sobre Setembro Amarelo só entregando fitinhas para colocar na camisa e manter prática tóxicas, literalmente não é eficiente. É necessário cultivar uma cultura corporativa amigável, na qual os gestores agem como verdadeiros líderes e prezam pela cultura do feedback honesto e respeitoso, através de um bom diálogo e alinhamento. 

“Um ambiente de trabalho favorável faz toda a diferença neste processo de saúde mental dos colaboradores e nos ganhos com mais produtividade de qualidade”, finaliza a especialista em comunicação de empresas. 

Campanha pede a doação de frascos de vidro para armazenamento de leite materno

Os voluntários podem entregar na recepção do HMA, UPA, AME e HMC

No mês que celebra o Aleitamento Materno, o Instituto Saúde e Cidadania – ISAC pede ajuda à comunidade araguainense para a campanha “Em um frasco de vidro pode-se encher e nutrir milhares de vidas”. 

A ação tem como objetivo arrecadar recipientes de vidro com tampa plástica (livre de BPA) para que sejam doados para o Banco de Leite Humano do Estado.

Participam da campanha o Hospital Municipal de Araguaína – HMA, Unidade de Pronto Atendimento Anatólio Dias Carneiro – UPA, Hospital Municipal de Campanha – HMC e Ambulatório Municipal de Especialidades – AME. As doações serão direcionadas para o setor de nutrição do HMA e, no início de setembro, serão entregues para o Banco de Leite.

A ação pretende beneficiar pacientes recém-nascidos que estão na UTI e que por isso não podem ser amamentados; a criança cuja mãe não consegue produzir leite suficiente; e o bebê cuja mãe está com uma doença infecciosa que pode ser transmitida pelo leite.

A equipe multiprofissional do ISAC, composta por enfermeiros, médicos, nutricionistas, fonoaudiólogos e demais profissionais com o apoio do RH e NEPES, estão desenvolvendo uma série de vídeos que serão divulgados nas redes sociais do instituto e unidades hospitalares falando sobre a importância da amamentação.

 Onde doar

Os interessados em ajudar podem deixar o recipiente de vidro com tampa plástica na recepção do:

Hospital Municipal De Araguaína – Av. Tibúrcio José Dantas, 650 – Lot. Manoel Gomes da Cunha;

Unidade de Pronto Atendimento – R. dos Pinheiros, 1018 – St – Lot. Araguaina Sul;

Ambulatório Municipal de Especialidades – Av. Filadélfia, 568 – St. Oeste, UNITPAC;

Hospital Municipal de Campanha – R. Colinas, 716 – Vila Norte.

 A importância do leite materno

A amamentação traz inúmeras vantagens para a criança, já que o leite materno é o alimento mais completo e tem tudo o que o bebê vai necessitar durante os primeiros seis meses de vida.

“A amamentação melhora o sistema imunológico, desenvolve a inteligência, estimula e fortalece a arcada dentária, melhora a digestão e minimiza as cólicas, reduz o risco de doenças alérgicas, previne contra doenças contagiosas, como a diarreia, entre outras”, destaca o nutricionista do HMA, Eduardo Campos.

Durante os primeiros seis meses, recomenda-se que a criança se alimente somente do leite materno.

“Somente depois desse período que a família pode começar com a alimentação complementar”, finalizou Eduardo.

Serviço de radioterapia do HRA zera fila de espera por atendimento

Eram quase 100 pacientes aguardando primeira consulta ou retorno. Agora o fluxo foi normalizado

No último dia 16 de julho, o serviço de radioterapia do Hospital Regional de Araguaína (HRA) foi assumido pela Oncoradium, empresa que já gere as consultas e quimioterapias do serviço público de tratamento contra o câncer na cidade. 

Na oportunidade, havia uma fila de espera por atendimento em radioterapia de 94 pessoas: 34 para primeira consulta e 60 para retorno.

“Assim que começamos os atendimento, já montamos um plano para zerar essa fila de espera, no máximo, em 30 dias. Organizamos as consultas com os dois médicos da unidade, conciliando com os novos pacientes enviados pela regulação”, informa Janaína Nasser, diretora de operações da Rede Oncoradium.

Antes desse prazo, a fila de espera foi zerada e os atendimentos já seguem o fluxo normal.

Integração das equipes

Segundo a médica radio-oncologista, Nathalya Ala Yagi, o diálogo e o contato frequente com todos os profissionais do serviço da oncologia, como as recepcionistas, médicos, físicos, enfermeiras, assistente social, entre outros, foram fundamentais.

“Foi um trabalho em equipe. Há uma interação muito grande com todos os profissionais e isso é fundamental para fluir. E nossa preocupação é otimizar o tempo do paciente, principalmente os que vêm de fora. Como o paciente vem para a radioterapia encaminhado de outro serviço oncológico, esse fluxo está funcionando muito bem”, explica a médica.

O serviço de radioterapia tem capacidade para atender até 80 pacientes por dia, de segunda à sexta, das 7 às 17 horas. A equipe profissional é composta de dois médicos radioterapeutas, equipe de física médica, equipe de enfermagem e assistência social.

Com a retomadas dos serviços e garantia de continuidade, Araguaína mais uma vez firma-se como referência para tratamento contra o câncer no Tocantins.

Hábitos do dia a dia são responsáveis por 70% da radiação solar recebida pelo ser humano

Durante o nosso “Verão”, a atenção precisa ser redobrada para prevenir o câncer de pele

Conforme manda a tradição de todos os anos, a meteorologia promete tempo seco, sol forte e céu com poucas nuvens na região sul do Maranhão pelo menos até setembro. O conhecido Verão da nossa região chegou e com ele o aumento da exposição ao sol nas piscinas, balneários e praias de água doce, mesmo em tempos de pandemia.

Mas o perigo maior está em outro contexto: os hábitos diários das pessoas. Segundo a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), eles são responsáveis por 70% da radiação que o ser humano recebe ao longo da vida.

Olha o risco!

Todo este cenário, se não houver a proteção adequada, gera riscos para o desenvolvimento do câncer de pele, um dos poucos tipos que qualquer pessoa pode desenvolver.

O médico oncologista Jorge Lyra, da Oncoradium Imperatriz, centro especializado no tratamento do câncer nas redes pública e privada, lembra que a prevenção é o único caminho.

“O protetor solar com FPS mínimo de 30 tem que ser usado todos os dias, até mesmo se estiver nublado. Pessoas que trabalham ao ar livre ainda precisam reforçar a proteção com roupas de manga comprida, de preferência com a barreira ultra-violeta”.

Óculos e chapéus também são adereços necessários. Se tiverem proteção UV, melhor ainda. 

O câncer de pele

De maneira geral, há dois tipos: não-melanoma e o melanoma. O primeiro é o mais frequente, maligno, mas, se diagnosticado precocemente, tem alta taxa de cura.

“O perigo maior está no melanoma, que é mais raro, só que mais letal. Ele também é mais agressivo, porque tem a capacidade de gerar metástase para outros órgãos de origem precoce.”, alerta Dr. Jorge.

Dados que preocupam

Segundo o Instituto Nacional do Câncer – INCA, o câncer de pele é o mais incidente na população brasileira e representa 30% dos tumores malignos diagnosticados.

E de acordo com a SBD, 33 mil pessoas morreram da doença no país entre 2008 e 2017. Já entre 2013 e 2019, 77 mil brasileiros desenvolveram o câncer de pele.

Anote para não esquecer

Além do uso frequente do protetor e a renovação a cada duas horas, quem for frequentar piscinas, balneários e rios tem que passar o filtro novamente sempre que se molhar, ingerir muita água e ficar abrigado o máximo de tempo possível debaixo de tendas ou barracas.

Foto: https://www.nacaojuridica.com.br/

Oncoradium assume o serviço de radioterapia do Hospital Regional de Araguaína

A gestão teve início neste dia 16 de julho. A rede é especializada em tratamentos oncológicos em vários estados das regiões norte e nordeste

A partir deste 16 de julho, o serviço de radioterapia da unidade de tratamento oncológico do Hospital Regional de Araguaína (HRA) será gerido pela empresa Oncoradium, que venceu a licitação para gestão do serviço, e que desde 2015 já administra o centro de serviço ambulatorial (consultas), quimioterapia e cirurgias.

O atendimento acontecerá de segunda à sexta, das 7 às 17 horas. Neste período de pandemia, os pacientes serão recebidos com hora marcada para evitar aglomerações, conforme explica Janaína Nasser, diretora de Operações da Rede Oncoradium.

“Trabalharemos para dar o máximo de fluxo possível aos atendimentos, respeitando todas as regras de distanciamento social e as características de cada tratamento”.

A unidade conta atualmente com um acelerador linear (radioterapia) e tem capacidade de atendimento de 80 pacientes por dia. A equipe profissional será composta de dois médicos radioterapeutas, equipe de física médica, equipe de enfermagem e assistência social.

Referência

Evandro de Araújo Júnior, diretor geral da Rede Oncoradium, ressalta que o reinício dos serviços de radioterapia mostra, mais uma vez, que Araguaína é um centro de saúde de referência para todo o Tocantins.

“O mais importante é que muitos pacientes não vão mais precisar se deslocar para outras cidades para dar continuidade aos tratamentos. Isso representa um ganho de qualidade, é poder estar perto da família. Araguaína é pioneira no tratamento contra o câncer no Tocantins e, a partir do trabalho conjunto com a equipe da Secretaria de Saúde do Estado e regulação, pretendemos, além da retomada da radioterapia, ofertar também a biópsia para os casos suspeitos

A Oncoradium

A rede, fundada em 2010, é especializada em tratamentos contra o câncer com unidades nas regiões norte e nordeste. Em processo de expansão, a Oncoradium tem como foco descentralizar o atendimento oncológico, criando centros especializados em várias regiões polos nos estados.