Pacientes oncológicos fazem parte do grupo de risco para o coronavírus

Pacientes oncológicos fazem parte do grupo de risco para o coronavírus

A pandemia do novo coronavírus deixa o mundo em alerta. Além de idosos, crianças e pessoas com doenças crônicas, a preocupação também é para os pacientes oncológicos, pois eles são mais vulneráveis a doenças infectocontagiosas.

De acordo com a Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC), entre os pacientes com câncer, os de maior risco são aqueles com leucemias, linfomas, que passaram por transplante de medula óssea e em tratamento com quimioterapia.

“O paciente oncológico pode apresentar uma diminuição da imunidade provocada pela própria doença, pela recuperação pós-cirúrgica e também pelo efeito de alguns tratamentos, principalmente a quimioterapia”, explica o médico oncologista da Oncoradium de Imperatriz, Dr. Jorge Lyra.

As recomendações da SBOC são para que o paciente não interrompa o tratamento oncológico.

“É importante e necessário que a se evite o contato físico com outras pessoas e principalmente para aquelas que apresentem sintomas gripais. Caso o paciente oncológico apresente sintomas graves como febre, coriza, tosse e falta de ar, a ajuda médica deve ser acionada”, destaca.

Como prevenir o contágio

Lave as mãos com água e sabão ou use álcool em gel;

Cubra o nariz e boca ao espirrar ou tossir;

Evite aglomerações se estiver doente;

Mantenha os ambientes bem ventilados;

Não compartilhe objetos pessoais.

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Equipe Singular editor

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